Moradia

A república (centro) de acolhida foi a primeira frente de atuação da Casa 1 e é ainda hoje um dos pilares centrais da nossa atuação.

Iniciada em 2017, a partir de um financiamento coletivo, já abrigou cerca de 380 jovens LGBT+ expulsos de casa pela família por suas orientações afetivas sexuais e identidade de gênero.

São no total 20 vagas por um período de quatro meses. O objetivo do projeto é ser um casa temporária, realizando um trabalho multidisciplinar para que os e as jovens acolhidas desenvolvam autonomia para estabelecerem suas trajetórias a partir da estada no projeto.

Além da moradia, alimentação e transporte, os e as jovens acolhidas recebem todo um suporte de assistência social para organização de documentações, apoio nos processos de continuidade ou retomada dos estudos, empregabilidade, atendimentos de saúde clínica e mental, assim como acesso à toda programação do centro cultural.

Por conta da alta demanda, se fez necessário estabelecer alguns recortes para a moradia, os principais: ter entre 18 e 25 anos, ser da cidade de São Paulo.

Os processo de triagem para acolhida acontecem às sexta-feiras das 10h às 13h e podem ser agendados pelo e-mail asssistenciasocial@casaum.org

Caso não seja possível a acolhida na residência, a equipe de assistência social realiza todos os processos de encaminhamentos, e é feita também a vinculação em outros serviços da casa como a Clínica Social e Centro Cultural.

Vale ressaltar que ainda que exposto aqui como um eixo de trabalho à parte, a república de acolhida está inserida dentro das políticas de assistência social da apresentada aqui.

*Com a pandemia do coronavírus, as vagas estão reduzidas, para que todos e todas consigam cumprir os protocolos de segurança necessários.

Confira algumas imagens do Centro de Acolhida Casa 1: