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38 legendarys do Vogue no Brasil para seguir no Instagram

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Por Beto Rosa, auxiliar administrativo e de produção da Casa 1

A cultura Ballroom existe e resiste antes da década de 60, sendo uma expressão LGBT que teve seu boom na década de 80 no EUA, em meio da eclosão do HIV/AIDS na comunidade. Alguns filmes documentais como “Paris is Burning” (1991), a série “Pose” (2018) e o reality show “Legendary”, lançado este ano, mostram o movimento que vem ressurgindo, ocupando espaços na cultura pop e celebrando as diferenças de gênero, sexualidade e raça.

É difícil colocar no papel o que é a cultura Ballroom porque se trata de um conjunto de coisas que contemplam: linguagem, expressões artísticas e até organização social. O grande momento são os chamados balls, bailes onde as pessoas se apresentam e batalham em determinadas categorias.

Em uma conversa com Dann integrante da “House of Odara” ele menciona que “a cena Ballroom é muito mais que look e carão”, e explica a organização das chamadas Houses (casas, em português). “Dentro de uma ‘House’ temos ‘Mothers’ e ‘Fathers’ que lideram suas houses, algo bem semelhante à famílias que acolhem, dão afeto e conhecimento para seus filhos”, explica sobre a estrutura que reúne pessoas em determinados grupos. As “Houses” não são necessariamente espaços físicos e sim uma espécie de família afetiva, ainda que historicamente, em especial nos EUA, esses grupos viviam juntos, algo que vem acontecendo também no Brasil hoje.

Atualmente existe uma grande discussão sobre os títulos de “mother” e “father” e se realmente é necessário o uso desses rótulos, sendo que a cena prioriza a inclusão e não a hierarquia. No entanto, enquanto corre o debate, algumas estruturas são mantidas como a existências das “princess” (princesas, em português) que auxiliam dentro das houses, caso a mother ou father não estejam disponíveis.

Existem ainda outros termos como “007”, que são pessoas que estudam e batalham ( termo usado para se referir às competições que acontecem nos ball) dentro da cena mas não são integrantes de nenhuma house. Já “chant” é a figura que apresenta o ball e faz o bit box dentro das categorias.

Em algumas balls temos ainda o “Comentetor”, que auxilia o chant. As competições contam ainda com  jurados, que tem um grande poder em suas mãos,  votando nos melhores de cada categoria.

As houses tem um trabalho bem maior que apenas voguiar (competir) e produzem rodas de conversas sobre assuntos voltados para pessoas LGBT , workshop de costura, maquiagem e  produzem os ballrooms fazendo escolha de temas, jurados, chant e comentetor. Vale destacar que a cena tem sido um espaço seguro e de afeto para pessoas negras e pessoas trans, precursoras dessa cultura junto das pessoas latinas, nos EUA.

Confira agora uma lista de nomes importantes da cena Ballroom no Brasil para acompanhar e saber mais sobre a cultura no país. Lembrando que está não é uma lista definitiva e contemplamos também apenas pessoas com perfis abertos no Instagram:

@makayla_sabino

@bunekadynekah

@zaila_b

@dannalisboa

@felixpimenta

@niambazion

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@4ndrewlima

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@maravilhosascdb 📸 @jvmartinsa

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@luky_roh

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Essa roupa e o auge pra mim

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@cunanny_

@djjdann

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@peu_morais

@biellimabiel

@_suspiriorum

@babycruel

@_brunessao

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BRUNA'S por: @fervoballroom

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@bassetuda

@akira_avalanx

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@bruxacosmica

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@eduardakonazion

 

@katita_xtravaganza

@princess_aurorxx

@lucasmontty

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@1madeusaodiada

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É muito close ❤️ Foto: @fervoballroom

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@diameykaodara

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Floresça!

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@mar.vena

@dosanjoslazara

@imperadorvogue

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Catwalk cheio de carão e quadril!!!

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@irmasbrasil_

@solpadam

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SOBRE DANÇAR VOGUE PELA PRIMEIRA VEZ EM SEIS ANOS NO VALPARADISE (GO) Tem pouco mais de oito anos que me encontrei na dança, e por volta de seis anos que pesquiso vogue e cultura ballroom. De lá pra cá muita coisa aconteceu, já dancei em vários lugares como teatros, shopping centers, festas etc. fundei minha própria casa ballroom, da qual formei uma família que é tudo pra mim, e vivi várias emoções e aprendizados, mas só agora, em 2020, eu consegui dançar vogue no lugar que cresci, Valparaiso de Goiás, entorno do DF, onde os direitos chegam depois, essa cidade que nada mais é que uma grande periferia da capital do país, foi onde cresci como gente mas não como artista. Sempre dependendo das iniciativas do centro. Mas isso acabou. A sensação foi de revolução, e foi só um começo. Gratidão extrema a minha família @houseofpadam e a quem fez esses registros incríveis @gui_s1998 💕🌹✨ vida longa a descentralização da arte e aos processos históricos de libertação da população das periferias. 🔥 Performance no evento @emcadaeskina

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@tanesha_cw

@brunojacksoon

Centro de Acolhida e Cultura Casa 1
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