Hoje, dia 13 de julho, é reconhecido como o Dia Mundial do Rock. A data foi escolhida para celebrar o festival Live Aid, organizado em 1985 para arrecadas fundos para combater a fome na Etiópia.

Para celebrar a data, selecionamos 3 figuras marcantes para o gênero e especialmente para o movimento LGBTQIAPN+.

Vange Leonel

Vange Leonel nasceu em 1963 e começou na música com o grupo de pós-punk Nau, fundado em 1985. Seu maior hit, “Noite Preta”, eterno tema de abertura da novela “Vamp” foi lançado em 1991, cinco anos antes de EP Vermelho, lançado por sua gravadora independente, Medusa Records, fundada ao lado da esposa Cilmara Bedaque, com quem viveu por 30 anos. 

Militante dos movimentos feministas e LGBT, Vange passou a se dedicar à literatura em 1999 com “Lésbicas”.

Leia o perfil completo de Vange na Enciclopédia Sapatão

Cláudia Wonder

Atriz, escritora, multiartista e transexual. Cláudia atuou em peças do famoso Teatro Oficina e fez performances no Madame Satã. Ela deu palestras sobre direitos da população LGBT+ e arrecadou fundos para travestis em situação de rua. Cláudia é homenageada no Centro de Cidadania LGBTI Cláudia Wonder na zona oeste de São Paulo.

O documentário premiado “Meu Amigo Cláudia”, dirigido por Dácio Pinheiro, que conta toda a trajetória de Claudia Wonder, incluindo suas detenções durante a ditadura militar, está disponível online.

Banda Mercenárias

Famoso quarteto de punk paulistano, os integrantes se conheceram durante uma manifestação política na USP. A banda foi demitida da gravadora Odeon sem aviso prévio em 1988 e ficou em hiatus até 2005. O disco de estréia do grupo, “Cadê as Armas? “(1986), foi eleito pela Rolling Stone Brasil em 2016 como o 5º melhor álbum de punk rock do Brasil.

Você pode ler mais sobre a banda no site do jornalista Lucas Lima Oliveira. Acesse aqui.

Saiba mais sobre Leo Moreira Sá, que participou da formação original do grupo, no “Passagem Só de Ida”

Foto de capa: Divulgação

Por Casa 1

A Casa 1 é uma organização localizada na região central da cidade de São Paulo e financiada coletivamente pela sociedade civil. Sua estrutura é orgânica e está em constante ampliação, sempre explorando as interseccionalidade do universo plural da diversidade. Contamos com três frentes principais: república de acolhida para jovens LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) expulsos de casa, o Galpão Casa 1 que conta com atividades culturais e educativa e a Clínica Social Casa 1, que conta com atendimentos psicoterápicos, atendimentos médicos e terapias complementares, com foco na promoção de saúde mental, em especial da comunidade LGBT.

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