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Erika Hilton : “A luta das mulheres transsexuais e travestis desse país nunca excluiu nenhum tipo de mulher. “

Durante a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, no dia 30/8, a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), discursou contra a fala transfóbica feita por uma deputada de Roraima em plenária. O vídeo viralizou nas redes sociais de Hilton e já teve mais de 2 milhões de visualizações nas plataformas.

No vídeo, a parlamentar afirma que a Câmara não pode admitir falas transfóbicas e apontou que o discurso biológico desconsidera e excluiu a vivência de preconceito e violência que mulheres trans e travestis vivem no país. Erika enfatizou que o discurso da deputada contribuem para o estigma que pessoas trans vivem no país.

Hilton também destacou que somente em 2022, pela primeira vez na história do Brasil, duas mulheres trans foram eleitas para o Congresso Nacional.

Assista o vídeo na íntegra:

No Dia da Visibilidade Lésbica, Erika Hilton entra com ação para que mães lésbicas registrem filhos sem discriminação

No dia 29/8, Dia Nacional da Visibilidade Lésbica, Erika Hilton (PSOL-SP) enviou um ofício à Ministra Rosa Weber, Presidenta do Conselho Nacional de Justiça, solicitando o reconhecimento da dupla maternidade de mulheres lésbicas que fazem inseminação caseira.

Atualmente, o registro de dupla maternidade só pode ser realizado direto no cartório quando a criança completa 12 anos, por tanto, caso as mães desejem registrar o filho no nascimento, é preciso entrar com uma ação judicial.

Pela primeira vez, Câmara Federal comemora Dia Nacional da Visibilidade Lésbica

Neste mesmo dia, pela primeira vez na história do Brasil, a Câmara Federal teve sua primeira sessão solene em comemoração ao Dia Nacional da Visibilidade Lésbica. O projeto foi protocolado e realizado pela deputada Daiana Santos (PCdoB-RS).

Foto de capa: reprodução

A Casa 1 é uma organização localizada na região central da cidade de São Paulo e financiada coletivamente pela sociedade civil. Sua estrutura é orgânica e está em constante ampliação, sempre explorando as interseccionalidade do universo plural da diversidade. Contamos com três frentes principais: república de acolhida para jovens LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) expulsos de casa, o Galpão Casa 1 que conta com atividades culturais e educativa e a Clínica Social Casa 1, que conta com atendimentos psicoterápicos, atendimentos médicos e terapias complementares, com foco na promoção de saúde mental, em especial da comunidade LGBT.

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