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Mais 19 quadrinistas e ilustradores LGBT que você precisa conhecer

Mais 19 quadrinistas e ilustradores LGBT que você precisa conhecer

Por Angelo Castro, assistente de programação da Casa 1. Colaborou Mario Cesar, organizador da POC CON. 

Já destacamos uma lista de 19 quadrinistas, ilustradores e ilustradoras LGBT (que você pode conferir aqui) e falamos um pouco da importância da representatividade e de ecoarmos as vozes e vivências de pessoas LGBT, não somente falando de questões referentes às suas identidades e orientações afetivas sexuais, mas também de seu pontos de vista, desejos e experiências.

Por isso, novamente com a ajuda de Mario Cesar, co-criador da POC CON trazemos mais 19 artistas para você conhecer, apoiar e compartilhar.

POC CON

Tá, mas o que é POC CON?

No mundo da cultura nerd/geek, é comum desde os anos 70 a realização de convenção de quadrinhos, um espaço livre para se falar desse universo, conhecer as novidades e tendências da área, ou só se divertir com as fantasias dos fãs que escolhem essa arte para demonstrar o afeto que tem pelas suas histórias favoritas.

Mesmo que no Brasil já tenha uma dessas convenções que já atingiu promoções enormes, a ComiCon XP, a falta de um espaço para se falar especificamente de representatividade dos artistas LGBT fez com que Mario César e Rafael Bastos Reis organizassem a POC CON, um encontro onde quadrinistas e ilustradores e ilustradoras pudessem expor e vender seus trabalhos, auxiliando na produção independente desses artistas, além de criar um ambiente babadeiro, onde todos e todas pudessem celebrar a diversidade sexual e de gênero e reafirmar a luta por direitos.

Sua primeira edição que aconteceu em junho de 2019, no sábado pré parada do Orgulho LGBT estava maravilhosa! Reunindo mais de 70 artistas expositores e atraindo mais de 3.000 pessoas.

Confira mais uma parte dessa lista que Mario César preparou. Fique atento porque a princípio todos esses artistas vão estar na segunda edição do evento, que por enquanto, está prevista para o dia 14 de novembro, um final de semana antes da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Marque na agenda para não perder!

Clique aqui para mais informações sobre a POC CON.

 1. Rafael Bastos Reis

Rafael Bastos Reis é co-criador e organizador da “POC CON Feira LGBTQ+ de Quadrinhos e Artes Gráficas”. Designer formado pela Universidade do Estado da Bahia. Grande parte de sua produção hoje é dedicada a discutir sexualidade de maneira mais divertida e prática. Dentre os projetos nessa linha, o “Pornolhices”, publicado em 2018 por meio de financiamento coletivo, é uma série de quadrinhos que mostram as desventuras sexuais de Carlos e também ensinam sobre sexualidade.

Clique aqui para conhecer o trabalho de Rafael Bastos Reis.

2. Alice Pereira

Alice Pereira publicou seu primeiro livro “A História do Petróleo em Quadrinhos ” em 2016. Em 2017 começou a contar a história de sua transição de gênero em tiras semanais nas redes sociais que foram se desenvolvendo para em 2019, se tornar o livro “Pequenas Felicidades Trans”. Também participou da coletânea “Mulheres em Quadrinhos”, lançada pela editora Skript em 2019. Atualmente cursa design de animação no Rio de Janeiro.

Clique aqui para conhecer o trabalho de Alice Pereira.

3. Amanda Miranda

Amanda Miranda é ilustradora, quadrinista e designer. Seu trabalho autoral aborda temas como violência, feminilidade, sexualidade, neuro atipia e caos. Explora o gênero de horror corpóreo e psicológico com cores destacadas e quentes. Como freelancer já trabalhou para clientes como “Liniker e Os Caramelows”, “The Intercept Brasil” e “Francisco, El Hombre”. É autora dos quadrinhos “Juízo” (2019, Coletânea “Tabu”, editora Mino) e “Sangue Seco Tem Cheiro de Ferro” (2019, Coleção “Des.gráfica”), selecionado pelo edital do Museu da Imagem e do Som de São Paulo. Ganhou o prêmio “Dente de Ouro” de Melhor História em Quadrinhos com “Hibernáculo” (2018, independente).

Clique aqui para conhecer o trabalho de Amanda Miranda.

4. Aureliano

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hoje fecho meu 2019 e, com ele, o ciclo desse personagem que tanto me ajudou nos últimos 5 anos. em 2016 eu havia criado o primeiro manual da reinvenção, com dicas que eu mesmo me dava para me sentir um novo eu. e vejo que isso foi algo do qual nunca me desvencilhei. tanto que no mês passado, refiz o manual com novos quadrinhos, de forma a entender o que eu quero que me molde agora. desde muito tempo vivo um certo desconforto com o viver que me impulsiona diariamente a buscar ser novas e melhores versões de mim. não é como se hoje eu não gostasse de quem eu sou, é só que eu sei que além daqui eu também posso ser mais. e estou curioso para saber que mais é esse. não é excitante pensar que a gente pode ser algo completamente novo, ainda que sem esquecer o passado que nos trouxe até aqui? sou muito grato a tudo que aconteceu nesses últimos anos, em companhia do peladinho, e sei quais são os riscos de começar tudo de novo. mas estou feliz, estou tranquilo, estou animado e me sinto pronto. . obrigado a você que esteve com nós dois até aqui. . espero que você também possa se reinventar todos os dias e que esteja pronto para viver algo incrível e completamente novo ⭐ . até mais ver. . xêro . aure

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Aureliano começou a fazer quadrinhos em 2015 e logo ganhou notoriedade nas mídias sociais com sua página de HQs autobiográficas, a “Oi, Aure”. Entre os anos de 2015 e 2019 desenvolveu reflexões ilustradas sobre corpo, cotidiano e saúde mental, com um personagem peladinho, que acabou por se despedir de seu público no fim de 2019. Nesse meio tempo, o personagem esteve presente em diversas publicações independentes e pouco convencionais. Em 2016, Aureliano iniciou a coleção de zines que começa com “Sobrepeso”, passando por “Elevador”, “Conexão” e “Até Mais Ver”. No ano de 2017, a editora Lote 42 reuniu boa parte de sua jornada ilustrada em “Mercúrio Cromo”. Em 2018 o artista desenvolveu uma história em quadrinhos inteira em acrílico, o “Glitch”, e um baralho de tarô inteiro ilustrado com quadrinhos seus. Em 2019, o quadrinista fala sobre sua infância, com o livro ilustrado “O Menino Que Desaprendeu a Chorar”. Agora em 2020 começa a contar virtualmente a história de uma estrela que quer convencer os confins do universo, em “Supernova”.

Clique aqui para conhecer o trabalho de Aureliano.

5. CahLac

Camila Abdanur é ilustradora e designer gráfica mineira. A temática queer está muito presente em seu trabalho, complementada por seu estilo fofo e colorido. Em 2019 desenvolveu “Um Página Só “e “Fada Sapática” e seu último projeto, “Treze” que se viabilizou graças a um financiamento coletivo. Quando não está rabiscando em qualquer superfície disponível, você pode encontra-la tagarelando no Twitter ou tentando receber afeto do seu gato preto mimado.

Clique aqui para conhecer o trabalho de CahLac.

6. Chairim Arrais

Chairim é paulista, formada em Design Gráfico pela UNIP de Campinas, trabalhou em agências de publicidades por vários anos, atualmente trabalha como ilustradora, colorista e com tatuagem.  Criadora das webcomics “Purple Apple” e “As Aventuras da Bruxinha Mô”, Chairim sempre foi apaixonada por quadrinhos e animações, desenhando e ilustrando sempre, em vários estilos, do infantil ao adulto. Entre suas publicações impressas pode-se destacar: “A Última Lenda” (2008), “As Aventuras da Bruxinha Mô” (2013), “Livro de Conselhos do Gato Darazar (2015)”, “Red+18” (2018), “E8” (2019) e “#EuSóQueroDesabafar” (2019).

Clique aqui para conhecer o trabalho de Chairim Arrais .

7. Dani Franck

Dani Franck é quadrinista de São Paulo e formada em Animação. Desde 2017 vem concluindo sua missão de contar o máximo possível de histórias fofas, publicando quadrinhos com historias leves e positivas sobre mulheres que gostam de mulheres. Alguns exemplos são “Deu Ruim Na Cozinha”, a historia “Crushes” incluída na coletânea “Melaço”, sua webcomic semanal “A Vida de Nina” e a historia “Primeiro Date” incluída na coletânea “Historias Quentinhas Sobre Existir”.

Clique aqui para conhecer o trabalho de Dani Franck .

8. de Merda

João Victor, João, Jão, Jão de Merda ou só de Merda, é formado em Design Gráfico, Artes Visuais e Comunicação Visual. Trabalha como designer e social mídia, além de ilustrador e quadrinista. Atualmente tem voltado seu trabalho para charges e tirinhas políticas e antirracistas, utilizando de humor para retratar certos assuntos que acontecem no país e no mundo, além de ilustrações performáticas na série “Chifre”(2018 e atualmente) e o zine “SELF”(2018), que fala sobre saúde mental e os males da mente. Ainda mantém seus fanzines de humor e sátira, dentre eles estão, “Eu não me Orgulho desse Zine” (2015), “Cuadrinhos Decadentes” (2016), e outros, além de participações no “Rolezine”(2014), “A Zica #5”(2018), “Café-com-Leite Zine #1” (2018) e o Livro Levantes da Resistência (2019). Como zineiro, ilustrador, fotógrafo e artista Jão de Merda já participou de diversos eventos expondo suas séries fotográficas, participou de publicações de coletânea e de publicadores independentes e seleção e premiação dentre outros trabalhos e projetos.

Clique aqui para conhecer o trabalho de De Merda.

9. Dika Araújo

Dika Araújo faz trabalhos de ilustração, quadrinhos e character design desde 2012. Ilustrou para FTD, RedBalloon, Think Olga, Estadão, Hyundai e Itaú. Trabalhou como desenhista/arte-finalista em “Quimera” (Pagu Comics), participou das coletâneas independentes “Amor em Quadrinhos” e “Melaço”, e coloriu “Cangaço Overdrive” (Editora Draco). Trabalhou também nas séries “Oswaldo” (Cartoon Network/TV Cultura) e “Clube da Anittinha” (Gloob/Gloobinho)

Clique aqui para conhecer o trabalho de Dika Araújo.

10. Eu sou infinito (Sandro Manesco Jr.)

Sandro Manesco Jr. começou seu trabalho como autor de web-quadrinhos e ilustrador em 2017 pelo pseudônimo “Eu sou infinito”. Aborda mais profundamente a temática da comunidade “bear”. Seus quadrinhos abordam sempre de forma descancarada e pouco idealizada os problemas sociais contemporâneos, fazendo críticas a formas de preconceito sexual e de gênero vividos pela comunidade LGBT+ no Brasil e motivado por isso, cria suas artes para expor o infinito que há dentro de cada um de nós.

Clique aqui para conhecer o trabalho de Eu Sou Infinito .

11. Guilherme Smee

Guilherme “Smee” Sfredo Miorando é Mestre em Memória Social e Bens Culturais, pela Universidade LaSalle e é pesquisador dos assuntos quadrinhos e sexualidades. É especialista em Imagem Publicitária e bacharel em Publicidade e Propaganda, ambos títulos pela PUCRS. Ministra aula de quadrinhos e trabalha com design editorial e roteiros. É professor conteúdista na Especialização EaD em Histórias em Quadrinhos das Faculdades EST. É pesquisador associado do Cult de Cultura e da ASPAS (Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial). Foi criador e faz parte do conselho editorial da Não Editora. Co-roteirizou o premiado curta-metragem “Todos os Balões vão Para o Céu”. Seu livro de contos “Vemos as Coisas como Somos” foi selecionado e publicado pelo Instituto Estadual do Livro do Rio Grande do Sul em 2012. A partir de 2014, publicou ao menos um quadrinho independente por ano. Em 2019 lançou o quadrinho “Bem na Fita” com roteiros seus e desenhos de um dúzia de artistas, também lançou “Só os Inteligentes Podem Ver”, quadrinho-autobiografia, resultado de sua dissertação de mestrado. Também escreve os roteiros para os super-heróis portoalegrenses “Super Tinga & Abelha-Girl”. Mantém o blog sobre quadrinhos Splash Pages (splashpages.wordpress.com) há mais de 10 anos.

Clique aqui para conhecer o trabalho de .

12. Ing Lee

Ing Lee é artista plástica, quadrinista e pesquisadora, graduada em Artes Visuais pela UFMG. É filha de pai norte-coreano e mãe brasileira, e possui deficiência auditiva moderada bilateral. Atuante em artes visuais desde 2015, entrou no cenário de publicações independentes em 2016 e faz quadrinhos desde 2018. É cofundadora do “Selo Pólvora” e “O Quiabo”, selos editoriais de publicações independentes. Teve sua HQ “Karaokê Box” recentemente publicada pela revista Piauí de dezembro de 2019. Sua pesquisa artística explora o pensamento da colagem e seu hibridismo em diversas linguagens, atravessando o desenho, assemblages, publicações independentes e porcelanas; mesclando tudo isso à sua pesquisa envolvendo identidade, geopolítica leste-asiática e memória.

Clique aqui para conhecer o trabalho de Ing Lee.

13. Johncito

Nascido em  São Paulo, Johncito é formado em Marketing e atualmente trabalho como designer gráfico, além de ser autor, ilustrador e quadrinista. Você pode encontra-lo no twitter comentando sobre coisas aleatórias ou ver alguns desenhos que compartilho no seu perfil do Instagram, “Meus Olhos São Castanhos”.

Clique aqui para conhecer o trabalho de Johncito.

14. Lukas Werneck

Lucas Werneck é quadrinista, ilustrador e professor de desenho. Estreou no mercado internacional em 2016, e já tem trabalhos publicados em importantes editoras como Marvel e Dc Comics, Entre seus trabalhos já desenhou títulos como “Harley Quinn”, “Sons of Anarchy”, “Power Rangers”, “X-men”, “Capitão América”, entre outros.

Clique aqui para conhecer o trabalho de Lukas Werneck.

15. Lovelove6

Lovelove6 é autora de histórias em quadrinhos e publicadora independente desde 2013, abordando temas relacionados ao movimento feminista, gênero e sexualidade. Autora de “Garota Siririca” (finalista em Melhor Publicação Erótica no Troféu HQMix 2016), “Gastrite Nervosa” (premiada no concurso Des.Gráfica, em 2017), “Lombra” (publicada pela Ugra Press em 2019), e agora lança a HQ “Sheiloca”. Seus quadrinhos e zines já integraram exposições no MASP, MIS e Biblioteca Mario de Andrade. Também produz, desde 2015, a “Dente Feira de Publicações” (DF) e o “Prêmio Dente de Ouro”, que premia desde 2016 zines e quadrinhos.

Clique aqui para conhecer o trabalho de Lovelove6.

16. Sasyk

Sasyk é designer gráfica por formação e trabalha no ramo editorial há mais de cinco anos e experimentando na área de quadrinhos há cerca de dois. Em 2018, lançou o primeiro livro de seu quadrinho “Pillow Talks” — onde traz personagens LGBT+ e aborda a humanidade de maneira simbólica, tendo alcançados leitores dentro e fora do Brasil. Atualmente, está planejando o terceiro livro de “Pillow Talks” e sempre pensando em novas histórias nas quais possa explorar os simbolismos de que tanto gosta.

Clique aqui para conhecer o trabalho de Sasyk.

17. Verônica Berta

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No dia 1º de abril de 1988 acontecia a primeira lavagem simbólica da “Rua da Mentira” — a Rua 13 de Maio — pelas mulheres negras do Bloco Afro Oriashé. Atualmente a lavagem acontece todo dia 13 de maio pelas mulheres do Ilú Obá de Min, mantendo a tradição de reforçar que a Abolição da Escravatura foi uma mentira. Com a Lei Áurea, assinada por uma princesa branca, não foi criada nenhuma condição para que os negros libertos se integrassem à sociedade dignamente. Esse ano a cerimônia acontece online, no instagram do @iluoba às 19h. . É válido concluir essa postagem com um trecho da matéria “13 de maio: Liberdade é lembrar”, por Vanessa Nunes Lopes: “(…) se por um lado o processo abolicionista é muitas vezes mencionado como insatisfatório, inconcluso,(…) por outro lado esse mesmo processo moveu e foi movido por muitas histórias de pessoas negras que transformaram a abolição em um objetivo de vida, conseguindo convencer a opinião pública da necessidade de sua ocorrência e, assim, gerando a instabilidade que certamente influenciou a promulgação da Lei Áurea. . Acredito que reconstituir esses passos e honrar essa memória seja uma forma de dar prosseguimento a essa luta (…). Se a abolição foi uma obra inacabada, ainda podemos gritar por sua conclusão, incomodando a quem for necessário incomodar e exigindo direitos. Liberdade é lembrar.” . Foto que usei de referência tirada por @pecamposphoto . . . #13demaio #mentira13demaio #abolição #escadariadobixiga #ilustração #sp #sãopaulo #desenhodeobservação #usk #usksp #arte #desenho #mulheresartistas

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Autora do livro “Ânsia Eterna” finalista dos Prêmios Jabuti e Ângelo Agostini, Verônica Berta é ilustradora e professora de desenho na Quanta Academia de Artes.

Clique aqui para conhecer o trabalho de Veronica.

18. Vitorelo

Vitorelo é artista, designer e pesquisadora. Seu trabalho autoral aborda temas como gênero e resistência, fazendo uso de experimentações gráficas e narrativas. Finalista do Prêmio Dente de Ouro e indicada ao Prêmio Grampo pelo quadrinho “TILT”, que mistura colagens, desenhos e pinturas para retratar a experiência da enxaqueca crônica, da ansiedade e depressão. Autora de “Tomboy,” publicado no Brasil em 2017 e em Portugal pela “Sapata Press” em 2019. As ilustrações de “Tomboy” foram contempladas pelo edital da III Mostra Diversa do Museu da Diversidade Sexual, e estão agora em exposição itinerante pelo estado de São Paulo.

Clique aqui para conhecer o trabalho de Vitorelo.

19. Yuri Andrey

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Meus lindos e lindas, essa arte f&^#€@ do Breno Tamura é a sobrecapa da antologia de contos de terror Atmosfera Fantasma👻 – Livro de Criaturas e Psicopatas🔪👽 feita exclusiva para lançamento aqui em São Paulo, no Coletivo Geek, dia 14/09, sábado.😊 Além de rolar um bate-papo com alguns autores, inclusive minha pessoa😉, terá sessão de autógrafos e também um Concurso de Cosplay😈👾💀👿👶🏼🤰🏼🦈 com os mais aterrorizantes personagens. Vai lá!!! Será incrível!!! 😍😍 #atmosferafantasma #coletivogeek #contosdeterror #horror #terror #cosplay #horrorcosplay #psychos #creatures #tramamacabra #cover #brenotamura #talesofterror #monster #macabra #tales #skull #yuriandrey #author #book #horrorbookslove #circulosoturnos #livro #saopaulo #sp #moema #concursodecosplay

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Yuri Andrey é escritor, pesquisador e roteirista. Formado em jornalismo, lançou “Fujie e Mikito”, épica história real de uma família de imigrantes japoneses. O projeto começou em 2008 e foi desenhado por Marcelo Costa, sendo lançado durante a CCXP de 2019. Pesquisou e escreveu o livro “Lendas”, sobre 50 personagens do folclore brasileiro, publicado em 2018 e ilustrado pelos artistas da Chiaroscuro Studios. Participou da antologia de contos de terror “Atmosfera Fantasma – Livro das Criaturas e Psicopatas com o conto Busca Macabra”. Na Revista “Menisqüência”, publicação produzida pelo “Instituto Sala 5”, projeto social na região da Brasilândia, periferia de São Paulo. Em 2020 pretende lançar um fanzine com fatos reais sobre os diversos tipos de violência que ameaçam as pessoas LGBTQI+.

Clique aqui para conhecer o trabalho de Yuri Andrey.

Como sempre muita gente incrível acaba ficando de fora das listas, então ajuda a gente indicando a galera para novos posts e não deixe de seguir procurando, conhecendo e apoiando artistas LGBT independentes próximos a você.

Angelo Castro atua como assistente de programação no Centro Cultural da Casa 1, onde ajuda a desenvolver formatos e temas para a atividades no espaço, com enfoque nas produções de pessoas LGBT. Formado em Engenharia Ambiental caiu de para-quedas no campo da diversidade.
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