Comunicar as pessoas que apoiam e financiam o projeto sobre as atividades que realizamos é um hábito que mantemos desde o início da Casa 1. Mesmo com as atividades voltando de maneira gradual ao presencial continuaremos a realizar relatórios mensais com a nossa prestação de contas.  

Começamos lembrando que nossa equipe de pessoas contratadas segue atuando para que o público que atendemos possa receber o cuidado e o auxílio que merecem, e agradecendo a dezena de voluntários, voluntárias e voluntáries, que doam seu tempo para que o projeto possa seguir existindo.

Vamos às prestações de contas de outubro!

O centro de acolhida continua recebendo moradores e moradoras que possuem acompanhamento em saúde mental, clínica e sexual. Além do auxílio da equipe de empregabilidade e planejamento financeiro, os e as jovens acolhidas participam de atividades educativas no campo de línguas e corpo e criação.  

Na clínica social, que se dividiu para servir de espaço de isolamento para acolhidos fazerem quarentena, atendimento do projeto PrEP 15-19, continua com os atendimentos ao público de forma online. Foram 16 atendimentos psiquiátricos e 33 atendimentos no Plantão de Escuta.

O Centro Cultural, que agora atua como principal ponto de atendimento para a população vulnerável e em situação de rua,  distribuiu 334 cestas básicas, 1440 copos de água, 1000 máscaras, 600 kits de higiene, 500 kits de higiene menstrual, 250 kits de roupa e em média 1000 alimentos (pães, biscoitos e bolachas). Foram repassadas 607 caixas de diversos produtos da Mãe Terra para 21 instituições parceiras no mês de Outubro, fortalecendo o vínculo com esses serviços que se mostram muito importantes para os nossos atendimentos cotidianos. A equipe de assistência social também realizou 4 reuniões de rede com o Centro de Referência da Diversidade, UBS Santa Cecília, CAPS AD III Centro, CAPS Infantil e Juvenil. 

Tivemos no Centro Cultural o início da turma presencial do Babadeira, o curso de maquiagem profissionalizante no módulo iniciante com seis alunas e a distribuição do livro produzido na IV Semana da Visibilidade Trans, “Escrevivências: CUSturas Poéticas” . 

Já a Biblioteca Comunitária Caio F. Abreu recebeu 1784 títulos de doações, entre eles livros, revistas, DVDs, CDs e HQs. No “Balaio Literário” foram distribuídos 1192 títulos gratuitamente e 113 kits para crianças com material de leitura, desenho, pintura e/ou escolar. A biblioteca também repassou para outras instituições 241 títulos e através do projeto recibo foram produzidos e distribuídos 100 metros de textos literários e atividades para a comunidade. 

A equipe de Programação não parou com as atividades culturais e educativas. Foram realizadas 2 lives do Biblioteca Convida (Talissa Ancona e Maria Bitarello), 3 encontros do Ritmo Quente, 1 com a participação de Gedielson/Katrevosa e 1 especial Dia das Bruxas,  2 encontros do Gravando com Caco Baptista e Dimitria Vulcana, 1 aulão de Ioga, 2 lives do Balaio de Drags com Ruth Venceremos e Verenna e 2 lives do Direito Nosso sobre Parentalidade LGBT e Mobilização Pró- saúde da População Negra. Além disso, também rolou 2 lives do Memorial Incompleto da Epidemia de Aids: Memórias da epidemia e Ativismo e Noite. A equipe de Programação Pública também articulou 5 aulas presenciais de Oficina de Grafitti para mulheres no Salão Leci Brandão, 24 encontros de Leitura na Praça (Capitães da Areia) e 4 encontros de Corpo e Respiração na Primavera da Solidariedade. 

Se você quer ajudar tudo isso a continuar acontecendo, basta clicar aqui!

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Por Casa 1

A Casa 1 é uma organização localizada na região central da cidade de São Paulo e financiada coletivamente pela sociedade civil. Sua estrutura é orgânica e está em constante ampliação, sempre explorando as interseccionalidade do universo plural da diversidade. Contamos com três frentes principais: república de acolhida para jovens LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) expulsos de casa, o Galpão Casa 1 que conta com atividades culturais e educativa e a Clínica Social Casa 1, que conta com atendimentos psicoterápicos, atendimentos médicos e terapias complementares, com foco na promoção de saúde mental, em especial da comunidade LGBT.

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